Centenas de pessoas no ato de solidariedade aos palestinos realizado em Sampa

                                                                               
                                   Manifestantes na Praça da Sé. (foto: Romerito Pontes)


Na noite desta segunda-feira (04), centenas de pessoas participaram no centro de São Paulo do protesto contra o massacre da população palestina em Gaza executado pelas forças repressivas de Israel, que já cobrou a vida de quase 2 mil pessoas.

O ato foi organizado por diversas entidades de apoio à causa palestina, movimentos sociais como o MTST, centrais sindicais como a CTB, CGTB e CSP-Conlutas e partidos políticos como o PSTU, PSOL, PCB e PcdoB e partiu do Teatro Municipal por volta das 18:15.

Os manifestantes gritavam palavras de ordem, como "Estado de Israel, Estado assassino! Viva a luta do povo palestino!" e pediam à presidente Dilma Rousseff que rompa relações com o governo fascista de Israel. Também levavam bandeiras dos partidos, das centrais sindicais e dos movimentos sociais presentes, além de bandeiras e cartazes pró-palestinos e uma grande bandeira da Palestina.

Socorro Gomes, representante da Cebrapaz no protesto, afirmou que "é preciso dizer que Israel é um Estado fascista, que impõe um verdadeiro apartheid como o que ocorria na África do Sul". Já Camila Lisboa, ativista do MML e uma das metroviárias demitidas pelo governador Geraldo Alckmin na greve da categoria, lembrou que o metrô de São Paulo mantém acordos comerciais com empresas israelenses.

A passeata passou pela Prefeitura, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, e chegou à Praça da Sé por volta das 19:00. Lá, os ativistas se concentraram nas escadarias da Catedral da Sé, onde o padre Júlio Lanceloti chamou todos a se deitarem como forma de homenagear os mortos de Gaza e de protestar contra os ataques genocidas das forças armadas de Israel. (Com o Diário Liberdade)

Comentários