José Carlos Alexandre News

Jornalista profissional fui durante muito tempo editor de Internacional do então Diário da Tarde, de Belo Horizonte, onde iniciei como redator e colunista sindical, passando depois para a Editoria de Cidades. Antes, trabalhei como repórter e colunista do jornal Novos Rumos, sucursal de Minas Gerais, até que o golpe militar que instaurou a ditadura, em 31 de março de 1964, fechou o jornal. Participei como colaborador de outras publicaçoes do PCB durante a ditadura . Nos anos 70 fundei e fui diretor geral do Jornal União Sindical, que era distribuído aos trabalhadores do Estado, através de sindicatos e federações de trabalhadores do campo e da cidade. Também trabalhei como assessor de imprensa em várias entidades sindicais do Estado, além de ter ajudado a fundar sindicatos de trabalhadores rurais e, em Belo Horizonte, Uniões de Defesas Coletivas. Sou responsável por este blog há mais de quatro anos. Com muita honra sou cidadão honorário de Belo Horizonte. Meu endereço no Twitter: Informações para este blog:josecarlosalexandre.blogspot.com
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terça-feira, 21 de maio de 2013

PCB diz que vinda de médicos cubanos "é mais uma "das políticas paliativas do governo federal que tem reduzido a cada ano os gastos do orçamento nacional destinado à área da saúde". A nota do PCB, entretanto ressalta que "posição dos revolucionários do PCB é de crítica na essência às políticas de saúde do governo Dilma, mas de defesa dos médicos cubanos, sem deixar em qualquer momento de divulgar ao conjunto da sociedade as reais intenções de mais essa política paliativa, que ao mesmo tempo que chama médicos e médicas altamente qualificados de Cuba para trabalhar em regiões sem a estrutura adequada, corta recursos da saúde e privatiza os serviços e a infra-estrutura da área."


                                                 
Médica cubana em ação no Haiti
Sobre a vinda dos médicos cubanos   

                                   "Para se ter uma idéia das diferenças entre o sistema de saúde brasileiro em relação ao cubano, basta analisarmos que o número de médicos por habitantes em Cuba é de 1/148 habitantes1, enquanto a média do Brasil é de 1/555, distribuídos caoticamente, uma vez que no estado do Rio de Janeiro é de 1/295 e no Maranhão 1/16382."


(Nota Política do PCB)

"O governo brasileiro anunciou um convênio pelo qual pretende trazer mais de 6 mil médicos cubanos ao Brasil até 2015 para regiões “particularmente carentes”, segundo o ministro das Relações Exteriores. O fato está gerando um intenso debate na sociedade brasileira, quiçá por serem cubanos, os médicos.

Para o Partido Comunista Brasileiro (PCB) não restam dúvidas de que é mais uma das políticas paliativas do governo federal, que tem reduzido a cada ano os gastos do orçamento nacional destinado à área da saúde e realizado uma progressiva entrega dos serviços e da infra-estrutura pública da saúde à iniciativa privada, como as Organizações Sociais (OS), as Fundações Estatais de Direito Privado (FEDPs), as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e subsídios aos planos de saúde privados.

Tais medidas caminham no sentido de precarizar o acesso à saúde de grande parte da população e permitir a apropriação privada dos serviços, pesquisas e da infra-estrutura pública para gerar lucro e retirar direitos trabalhistas dos profissionais da saúde.

Dessa forma, o projeto de “interiorização”  da saúde no país atuaria apenas na superfície do problema, levando profissionais para o interior do país sem a estrutura necessária, deixando intacta a estrutura baseada no controle do complexo médico-industrial e farmacêutico da saúde, em que a existência do setor público serve como alicerce para a acumulação privada de capitais na área.

No entanto, com a divulgação da notícia, os setores mais conservadores da nossa sociedade começam a mostrar suas garras, utilizando como porta-voz principal o Conselho Federal de Medicina (CFM). Por trás de um falso discurso que preza pela qualidade da atenção à saúde, parte desses setores corporativistas escondem suas reais intenções de manter o poder e o mercado do complexo médico-industrial e farmacêutico sobre o sistema nacional de saúde, direcionando sua munição de mentiras e manipulações para atacar a política de contratação dos médicos cubanos, contestando sua capacidade técnico-científica, assim como difamando Cuba e sua sociedade socialista, utilizando para isso os meios de comunicação burgueses.

A Revolução Cubana modificou profundamente o panorama de saúde no país, edificado sobre as bases de uma sociedade socialista. Hoje, Cuba é uma potência nas áreas da medicina e da biotecnologia, fato reconhecido até pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje há mais de 30 mil médicos cubanos colaborando em missões internacionalistas e um contingente de cerca de 20 mil estudantes de mais de cem países estudando em Cuba, a grande maioria nas áreas da saúde.

Para se ter uma idéia das diferenças entre o sistema de saúde brasileiro em relação ao cubano, basta analisarmos que o número de médicos por habitantes em Cuba é de 1/148 habitantes1, enquanto a média do Brasil é de 1/555, distribuídos caoticamente, uma vez que no estado do Rio de Janeiro é de 1/295 e no Maranhão 1/16382.

O perfil dos profissionais que virão ao Brasil é  de médicos e médicas com ampla experiência internacional e de alto perfil técnico-científico. Sua chegada, ainda que trabalhem em condições precárias e inadequadas, modificará positivamente os indicadores de saúde das regiões onde irão atuar, principalmente em se tratando dos índices de mortalidade ocasionados por doenças infecto-contagiosas.

No entanto, a falta de recursos, de infra-estrutura, de centros de formação e de uma rede de saúde que permitam a atenção integral a toda população não vão se modificar um milímetro sequer. Apesar disso, a presença de médicos de Cuba pode desencadear uma mobilização sobre a necessidade de ampliar os recursos à saúde, da formação de recursos humanos e de uma infra-estrutura que permita uma atenção integral e de alta qualidade, somente possível com um sistema 100% público e estatal.

Nós do PCB temos plena convicção de que o processo saúde/doença de uma sociedade é determinado pelas relações de classe existentes em um modo de produção. Não existe a possibilidade de mudanças estruturais do sistema de saúde sem profundas transformações da estrutura econômica e social de um país. Portanto, é uma luta que se insere no sentido de negar o modo de produção capitalista, um sistema doente e gerador de doenças. A luta por um outro modelo de saúde só pode existir se inserida numa estratégica anti-capitalista.

Defendemos que os recursos do orçamento nacional direcionados ao pagamento da dívida pública com os banqueiros e empresários, da isenção de impostos aos monopólios e da entrega dos nossos recursos naturais e infra-estrutura ao setor privado devem ser redirecionados aos gastos sociais, única forma de garantir um acesso universal, integral e de alta qualidade ao sistema de saúde.

Sendo assim, a posição dos revolucionários do PCB é de crítica na essência às políticas de saúde do governo Dilma, mas de defesa dos médicos cubanos, sem deixar em qualquer momento de divulgar ao conjunto da sociedade as reais intenções de mais essa política paliativa, que ao mesmo tempo que chama médicos e médicas altamente qualificados de Cuba para trabalhar em regiões sem a estrutura adequada, corta recursos da saúde e privatiza os serviços e a infra-estrutura da área.

1 Organização Mundial da Saúde, “Cuba: Health Profile”, 2010.

2 Conselho Federal de Medicina/IBGE, 2010"

Defender a posse das famílias da Comunidade Olaria Barra do Mirador! (Liga dos Camponeses Pobres)

                                             

Companheiros estamos retransmitindo nota LCP Norte de Minas

Miravânia, maio de 2013

Defender a posse das famílias da Comunidade Olaria Barra do Mirador!

Na última segunda-feira, dia 13 de maio, fomos surpreendidos por uma liminar de reintegração de posse contra as famílias da Comunidade Olaria Barra do Mirador. A última decisão judicial, de setembro de 2011, era a de realizar uma perícia para confirmar a posse dos camponeses. E a Vara Agrária de Minas Gerais, de forma covarde, passou por cima dessa decisão, dando o prazo de trinta dias para os camponeses desocuparem a área.

No ano de 2.000 tomamos o latifúndio 3J Matas do Japoré em Miravânia e um ano depois realizamos o Corte Popular, distribuindo lotes de 40 hectares para todas as famílias. Somos 49 famílias que vivemos, resistimos e produzimos há mais de treze anos em cima dessas terras!
É sabido de todos que a fazenda 3J Matas do Japoré era só abano. Há décadas não produzia nada, não gerava empregos e nem renda para o povo do município. Os latifundiários que se dizem donos destas terras não passam de forasteiros que o povo só conhece de ouvir falar.

Ano após ano, plantamos em todas as safras, criamos gado, cavalos, porcos, galinhas e outros animais. Construímos casas de alvenaria, currais, estradas internas, barragens para contenção de água da chuva. E onde antes era um latifúndio abandonado nasceu a fartura e cresceu a  nossa comunidade Olaria Barra do Mirador!

Tudo isso conquistamos contando apenas com nossas próprias forças e de nossos apoiadores do movimento popular. O INCRA nunca apareceu, sequer para vistoriar a área. E hoje depois de tantos esforços, sacrifícios e conquistas o velho estado e sua dita “justiça” a serviço dos latifundiários nos atacam com uma absurda liminar de reintegração de posse.

Esse é mais um triste, criminoso e vergonhoso episódio da campanha de criminalização da luta pela terra promovida pelo gerenciamento oportunista de Dilma Rousseff/PT com o apoio e cumplicidade do INCRA, Vara Agrária e Ouvidoria Agrária Nacional.

Nos anos de 2012/2013 enfrentamos a pior seca dos últimos quarenta anos na região. Mas mesmo com todas as dificuldades, nossa produção abastece o comercio local e serve ao desenvolvimento de nossa cidade. Essas terras são a fonte de sustento de nossas famílias! Não sairemos de nossas terras para levarmos nossos filhos para as periferias das grandes cidades para morrerem acidentados nas obras da construção civil ou nas mãos da policia e traficantes!

Convocamos todos camponeses pobres, pequenos e médios proprietários, trabalhadores, comerciantes, estudantes, professores, todos progressistas e verdadeiros democratas para juntos lutarmos pela manutenção da posse das famílias da Comunidade Olaria Barra do Mirador.

Exigimos a legalização imediata da posse das famílias camponesas!

Terra para quem nela vive e trabalha!
Terra, pão, justiça e nova democracia!
Viva a Revolução Agrária!

Sim, Coragem, Mulher

CAMPANHA SALARIAL 2013

                                           
                                    

Jornalistas de rádio e TV são chamados a votar contraproposta  patronal

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) convoca os jornalistas de rádio e TV a participar da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para votação da contraproposta de reajuste salarial apresentada pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (SERT), na quinta-feira (23/05).

Em mais uma rodada de negociações, na segunda-feira (20/5), a entidade patronal  apresentou uma contraproposta de 7,2% para a capital, mais manutenção das cláusulas anteriores.

A partir de 1º de abril de 2013, o salário base nominal vigente e devido em abril de 2012, será reajustado em R$1587,00 para empresas de rádio e R$1716,00 para empresas de TV e produtoras. As empresas convenentes também pagarão um abono, que não se incorpora aos salários, no valor de R$ 1690,00, dividido em duas parcelas a serem pagas em julho e agosto de 2013.

As  principais reivindicações do SJPMG,  aprovadas pela categoria em assembleias, são o reajuste de 12% (INPC mais ganho real); piso salarial ou salário de ingresso de R$ 2.640, para jornada de cinco horas diárias; tíquete-refeição ou alimentação de R$ 18; e o fim do banco de horas.

AGENDA

Evento: AGE Campanha Salarial 2013 Rádio e TV

Dia: 23 de maio de 2013

Horário: 19h

Local: Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais. (Av.: Álvares Cabral, 400, Lourdes)

Retrato de uma tragédia americana

"CRIMES CONTRA A HUMANIDADE NÃO PRESCREVEM E NÃO SÃO ALCANÇADOS POR ANISTIA"


                                          

A Comissão da Verdade recomendará que agentes respondam judicialmente por crimes cometidos durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), segundo a advogada Rosa Cardoso, integrante da comissão.

Ela afirmou nesta terça-feira (21), durante balanço de um ano de trabalho do colegiado, que crimes contra a humanidade não prescrevem e não são alcançados por anistia.
“Crimes de lesa-humanidade são imprescritíveis. Se temos esse conhecimento, temos que recomendar que esses casos sejam judicializados internamente”, afirmou.

De acordo com Rosa Cardoso, ao final dos trabalhos a comissão enviará a "recomendação" para punição dos agentes aos chefes dos três poderes. A comissão foi criada para fazer uma narrativa de violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, mas não tem poderes para adotar medidas. O Ministério Público Federal já abriu quatro processos sobre casos de violação aos direitos humanos durante a ditadura.

Apesar da recomendação a ser feita pela comissão, Rosa Cardoso reconheceu que a mais recente interpretação da Lei da Anistia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não permitiria a punição de torturadores. A lei impede a punição de colaboradores do regime militar e de pessoas que participaram da luta armada durante a ditadura. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com recurso contra a interpretação da Lei de Anistia, mas ainda não foi analisado.

Mas ela disse esperar que o Supremo volte a analisar a lei no futuro e, com outra composição de ministros, tenha uma leitura diferente da abrangência e da constitucionalidade da norma. "Esperamos que possa haver uma nova interpretação da Lei da Anistia, que a interpretação atual seja revista", afirmou.

Rosa Cardoso afirmou que a comissão não vai encaminhar projeto ao Congresso para revogar a Lei de Anistia. “Não vamos fazer um projeto de lei, porque, enquanto comissão, não vamos tomar parte num movimento social”, disse Cardoso.

Dar os nomes

O coordenador da Comissão da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro, frisou que o grupo vai nomear os autores das violações aos direitos humanos cometidos durante a ditadura. 
"Nós vamos nomear os autores. Temos que indicar as autorias, mas vamos indicar as autorias na medida em que nos sintamos sólidos para isso. Alguns nomes só vão ser comentados no final", afirmou.

Tortura

A comissão também afirmou que os levantamentos feitos pelo grupo apontam que a tortura no regime militar brasileiro começou em 1964, ano do início do regime, antes de haver luta armada no país. O grupo chegou à conclusão de que a prática de tortura no regime militar não era "pontual", mas sim era a "base" da repressão durante a ditadura.

“A tortura começa a ser praticada nos quartéis em 1964. A tortura não é realizada de modo pontual. Ela é a base da matriz de repressão da ditadura. Em 1964, é possível identificar centros de detenção e tortura”, afirmou a historiadora Heloisa Starling, integrante da comissão. "A tortura está na origem da ditadura militar, ela acontece antes da luta armada," completou. (Com o G1)

Nesta terça-feira (21), a Comissão Nacional da Verdade (CNV) divulga balanço do seu primeiro ano de atuação. A CNV foi criada para apurar violações de direitos humanos que ocorreram entre os anos de 1946 e 1988. De acordo com a lei que criou a comissão, o objetivo é esclarecer os fatos e não punir os envolvidos. Até agora, foram realizadas 15 audiências públicas e uma tomada pública de depoimentos, entre eles, o do coronel reformado Carlos Brilhante Ustra, que comandou o DOI-CODI de São Paulo. De acordo com a CNV, 268 vítimas, testemunhas e agentes da repressão da ditadura já foram ouvidos. A reunião ocorre em Brasília e é coordenada pelo integrante da Comissão Nacional da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro.

A HORA DA VERDADE!

                                                       

Marinha ocultou da Presidência informações sobre
mortes na ditadura, diz  a Comissão da Verdade

Ao apresentar o balanço de um ano de suas atividades, a Comissão Nacional da Verdade revelou que a Marinha Brasileira ocultou informações sobre mortes cometidas durante a ditadura militar.

Em 1993, o então presidente Itamar Franco determinou ao ministro da Justiça, Mauricio Correa, o levantamento de informações com a Marinha, o Exército e a Aeronáutica sobre desaparecidos na ditadura militar. A Comissão da Verdade conseguiu identificar 12.072 documentos do Centro de Informações da Marinha (Cenimar) sobre 11 desaparecidos e fez um cruzamento com as respostas prestadas pela Força Armada ao governo Itamar Franco.

Segundo a comissão, um dos documentos, de dezembro de 1972, tratava da morte do ex-deputado Rubens Paiva. Em 1993, a Marinha informou ao Congresso Nacional, ao Ministério da Justiça e à Presidência da República a versão oficial de que Paiva teria fugido quando estava sob custódia do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) do 2º Exército, no Rio de Janeiro, e que seu paradeiro era desconhecido.

“O primeiro resultado parcial [da comissão] é o fato de que a Marinha Brasileira ocultou deliberadamente informações ao Estado brasileiro, já no período democrático. A importância desse documento é que indica que existem na Marinha Brasileira 12 mil páginas referentes aos 11 desaparecidos que apresentamos aqui", disse a historiadora Heloísa Starling (foto) , responsável por sistematizar as informações levantadas pela comissão.

De acordo com a comissão, o cruzamento das respostas das Forças Armadas com os documentos obtidos durante a investigação apontou que  a Marinha ocultou as mortes de pessoas. "O Cenimar foi um dos organismos mais ferozes de repressão da ditadura. É uma relação muito extensa das informações que a Marinha tinha sobre as pessoas. Ela sabia que estavam mortas", disse.(Com a ABr)


FATOS & FITAS


                                                             
Uma incursão no denuncismo comparado

Alberto Dines 

      
A mais recente coluna da ombudsman/ouvidora da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, traz dados de uma dissertação de mestrado defendida na USP no final do ano passado e suscita interessantes reflexões sobre questões afins.

O trabalho do então mestrando e veterano jornalista Eduardo Nunomura compara as coberturas da Folha e Veja nos episódios dos “grampos do BNDES” (1999) e no mensalão (2005) [ver “O mensalão em exame” e “Imprensa abordou o caso de forma denunciativa”].

É possível que o autor tenha examinado o formato e morfologia das duas denúncias; a ombudsman preferiu examinar o desempenho do seu jornal no tratamento dessas denúncias. É a sua função.

A questão nos remete a um jornalismo dito investigativo hoje aparentemente desativado. A série publicada na Folha com o selo “Os segredos do Poder” vazava conversas telefônicas entre membros do governo FHC sobre os leilões para a privatização da Telebrás. O jornal recebeu as fitas de um informante anônimo – certamente contrariado com os resultados – e transcreveu os principais trechos sem qualquer checagem do seu conteúdo ou esforço jornalístico complementar.

O mesmo aconteceu seis anos depois com Veja,quando recebeu um vídeo com o flagrante de uma propina de 3 mil reais pagos a um alto funcionário dos Correios e o republicou sem qualquer investigação preliminar (e ainda cedeu uma cópia à TV Globo que igualmente não a verificou).

Forma de relato

As denúncias se assemelham no tocante à irresponsabilidade na veiculação. A diferença é que os desdobramentos sobre a propina dos Correios colocaram em xeque o então presidente do PTB, deputado Roberto Jefferson, que resolveu botar a boca no trombone. O jornalismo foi finalmente acionado quando uma então repórter da Folha, Renata Lo Prete, convenceu o deputado Jefferson a prestar um longo depoimento. Começava o caso do mensalão que agora chega à sua fase final.

Vazamentos de dados, documentos ou imagens são recursos para-jornalísticos que passam a ter valor quando devidamente contextualizados e verificados. Atendem parcialmente ao interesse público e, ao mesmo tempo, o contrariam ao colocá-lo na esfera cinzenta da clandestinidade e dos interesses ocultos.

A frenética cobertura de eventos não os transforma automaticamente em fatos significantes. Isso pode ser comprovado nas longas e exaustivas coberturas ao vivo oferecidas pelos canais noticiosos de TV. A entrada (em off ou pela internet) de um comentarista ou editor situado a quilômetros de distância pode ser mais substantiva do que o material em bruto colhido em campo.

O fac-símile nem sempre é garantia de factibilidade. O tempo real não é prova de veracidade. Aquilo que este Observatório designou como “jornalismo fiteiro” pode ter produzido importantes sacolejos no cenário político, mas foi insuficiente para marcar um avanço no jornalismo investigativo ou “de precisão”.

Jornalismo é uma forma de relato; compreender esta definição (ou platitude) pode facilitar a sua sobrevivência.(Com o Observatório da Imprensa)

E eis a nova diretoria da Associação Brasileira de Imprensa

                                                                 
A cerimônia de posse da Diretoria da ABI foi realizada na tarde de segunda-feira, dia 20 de maio, na Sala Belisário Távora, no 7º andar do edifício-sede da entidade. O Presidente do Conselho Deliberativo, jornalista Pery Cotta, conduziu a sessão, cuja Mesa foi formada pelo Secretário José Pereira da Silva, o 2º Secretário Moacir Lacerda, e o Presidente da ABI, Maurício Azêdo. (Este texto com muitas maiúsculas é da própria ABI)

- O Juiz Gustavo do Nascimento Silva, da 8ª Vara Civel da Comarca da Capital, autorizou a posse da Diretoria da ABI. Em sua decisão disse o magistrado: “A fim de se evitar graves danos na administração da ré que, ao menos por ora, encontra-se acéfala, reconsidero a decisão de fls. 200, desde que a ré comprove, nos termos da decisão de fls. 129, que comunicou seus associados, ao contrário do que consta de fls. 198, que a eleição da nova diretoria e todo o processo eleitoral encontram-se sub judice.”

Portanto, estamos aqui para dar posse ao Presidente reeleito da ABI, Maurício Azêdo, a quem vou pedir que apresente os demais componentes da nova Diretoria para que sejam igualmente empossados.

Maurício Azêdo esclareceu que como a posse resultou de uma decisão posterior do Juiz Gustavo do Nascimento Silva, o Vice-Presidente da ABI, Tarcísio Holanda, estava ausente à cerimônia em função de um exame cardiológico marcado em Brasília para a mesma data.

- O Presidente Pery Cotta poderá declará-lo empossado assim como os demais membros da Diretoria, que reúne Fichel Davit Chargel, Diretor Administrativo; Sérgio Caldieri, Diretor Econômico e Financeiro; Ilma Martins da Silva, Diretora de Assistência Social; Henrique Miranda Sá Neto, Diretor de Arte e Cultura, e Alcyr Cavalcanti, Diretor de Jornalismo.

Após declarar empossada a nova Diretoria, Pery Cotta reconduziu a palavra ao Presidente Maurício Azêdo, que parabenizou os associados presentes à solenidade, com destaque para Ruth Lima, que veio de Buenos Aires, na Argentina, especialmente para a sessão.

- Considero o ato de hoje uma vitória da ABI e do processo democrático da nossa instituição, que está enfrentando uma campanha impiedosa e desonesta de associados que tem a sedução do poder, como Domingos Meirelles, e não vacilam em recorrer aos meios mais torpes para a tentativa de chegar ao poder na ABI. Ainda agora, vimos no site de um dos acólitos de Domingos Meirelles, o associado Andrei Bastos, que colocou em seu blog uma fotografia de máquinas datilográficas desativadas pela ABI, que se encontram em uma sala do 10º andar. Ele as apresenta como prova do desmazelo e do abandono da atuação da ABI, como se fosse possível, salvo em casos excepcionais, o uso de máquinas de escrever na rotina de trabalhos burocráticos da Associação Brasileira da Imprensa. É este tipo de gente que estamos enfrentando. A Diretoria tem agido com firmeza em relação às suas obrigações estatutárias e vai prosseguir neste caminho com o aporte do conjunto de diretores e de um núcleo valoroso de companheiros que vão permitir a continuidade do que vem sendo executado acrescido de novos planos. Em seguida, me dirigirei à Sala da Presidência para digitar a Ata desta sessão tendo em vista a necessidade que temos de registrá-la para a movimentação das contas da ABI na rede bancária, declarou Mauríco Azêdo.

Antes de encerrar a sessão, Pery Cotta anunciou para a próxima terça-feira, dia 28 de maio, às 15h, a realização da primeira reunião entre Diretores, Conselheiros e membros das Comissões.

- A reunião do dia 28, assim como esta cerimônia de posse, representam um marco na história recente da ABI. Houve uma tentativa de desqualificar, ignorar e destratar este Conselho, como se ele não fosse o responsável por todo o processo democrático que se realizou com a convocação das eleições, a indicação da Comissão Eleitoral, a prestação de contas da Diretoria, a Assembleia Geral, as eleições. No momento em que este Conselho se preparou para dar posse à nova Diretoria, houve outra tentativa de desmoralização. O desrespeito desses dois associados atinge a cada um de nós. Eles poderiam ter trazido a esse espaço de luta pela liberdade de expressão todas as demandas a serem discutidas, mas preferiram adotar uma postura contrária aos princípios da centenária ABI, cuja trajetória de honradez não pode ser manchada.


MST reocupa fazenda em Minas Gerais 15 dias após despejo violento

                                                     

Sem-terra viviam no acampamento Chico Mendes desde 22 de janeiro do ano passado; MST denuncia parcialidade da Vara Agrária e da 12ª Vara Federal de Minas Gerais, que têm se transformado em “Varas de despejos”


Nesta segunda-feira (20), a região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais, amanheceu tingida de vermelho. Por volta das 5 horas, cerca de 200 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reocuparam a Fazenda Porto Seguro, no município de Serra do Salitre.

Os sem-terra que viviam no acampamento Chico Mendes, ocupando a área desde 22 de janeiro do ano passado, sofreram um despejo violento há 15 dias e foram expulsos do local, após a expedição de um mando de despejo da Vara Agrária de Minas Gerais.

“O objetivo da ocupação é realizar a colheita das culturas que as famílias cultivavam na área e pressionar o governo federal para destinar a fazenda para fins de reforma agrária, criando o assentamento no local”, explica o integrante da coordenação estadual, Edvaldo dos Santos.

Os trabalhadores também denunciam as injustiças cometidas pelo Poder Judiciário de Minas Gerais, que na semana passada adiou, pela segunda vez consecutiva, o julgamento do latifundiário Adriano Chafik, réu confesso do Massacre de Felisburgo em 2004, em que cinco sem terra foram assassinados e 20 pessoas ficaram feridos.

O MST também denuncia a parcialidade da Vara Agrária e da 12ª Vara Federal de Minas Gerais, que têm se transformado em “Varas de despejos”. Ao emitir sucessivos mandatos de reintegração de posses sem avaliar a condições das famílias sem terra que ocupam os latifúndios e analisar se os mesmos cumprem a função social da terra, os dois órgãos penalizam os trabalhadores em detrimento do privilégio dos latifundiários.

Os sem-terra repudiam ainda a posição arcaica do chefe de obtenção de terras do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Minas Gerais, que foi procurado pelo proprietário da fazenda Porto Seguro para negociação, mas não tomou as devidas providências para evitar o despejo das famílias sem-terra. (Página do MST)

Punição para culpados do massacre de Felisburgo

Nova lente evita infecção da córnea


                              
                          
Permeabilidade de oxigênio seis vezes maior garante a saúde ocular. Por ser de descarte diário também elimina os erros mais frequentes do uso de lentes apontados por estudo.

A ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de aprovar uma lente de contato que evita a infecção da córnea e por isso pode substituir os óculos com mais segurança,

Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a nova lente é produzida em um tipo especial de silicone hidrogel que permite à córnea manter a oxigenação igual a de um olho sem lente. Só para se ter uma idéia, tem uma permeabilidade de oxigênio ou PK de 120. Até agora, as lentes hidrofílicas mais seguras do mercado tem o PK igual a 20.  

Para melhorar o conforto, o especialista ressalta que a nova lente também contém uma substância para manter a umidade de suas duas faces, independente das condições externas. É o fim do olho vermelho depois de algumas horas usando lente.

Queiroz Neto destaca que a falta de oxigenação é o maior risco do uso de lente de contato porque, a córnea se alimenta do oxigênio vindo do ar. "É isso que explica porque mesmo os pacientes bastante cuidadosos podem ter infecções na córnea", afirma.  Os sinais de que algo está errado é dor nos olhos, vermelhidão e fotofobia. A recomendação é interromper o uso da lente e passar por consulta com u m oftalmologista.

O médico  afirma que a maior parte dos 2 milhões de brasileiros que usa lente de contato opta pela gelatinosa hidrofílica que é mais confortável por conter bastante água, mas a maioria tem baixa permeabilidade de oxigênio.

Indicações e contra-indicações

A nova lente não é indicada para todos. O especialista ressalta que corrige até 10 graus de miopia (dificuldade para enxergar à distância) ou hipermetropia (dificuldade de enxergar próximo) e astigmatismo (falta de foco para perto e longe) até 1 grau.

Mesmo permitindo a completa oxigenação da córnea não deve ser usada por portadores de olho seco severo porque contém 48% de água,  nem além do prazo de 12 horas. O especialista diz que a nova lente também é contra-indicada para portadores de doenças sistêmicas que alterem a superfície ocular, alérgicos, pessoas com doença na córnea, pálpebras e conjuntiva.

Para ele, quando o assunto é lente de contato, um dois maiores problemas no país é o fácil acesso, inclusive pela internet, sem supervisão médica. Isso aumenta o número de complicações que em muitos casos ocorrem por falha na adaptação.

É por isso, explica, que a adaptação de todo tipo de lente, inclusive das cosméticas para alterar a cor dos olhos, só deve ser feita mediante exame oftalmológico que inclui avaliação da saúde ocular, análise da curvatura e espessura da córnea, utilização de lentes de teste.

Estudo mostra erros mais frequentes

Queiroz Neto afirma que por ser de descarte diário, a nova lente deve reduzir os erros mais comuns cometidos pelos brasileiros que usam lente de contato. Isso porque, um estudo conduzido pelo médico com 210 pacientes mostra que o uso além do prazo de validade ou durante a noite responde por 45% das complicações, alergias por 35%, contaminação por manutenção e armazenamento inadequados por 20%.

O médico diz que mesmo as lentes liberadas para uso noturno devem ser retiradas durante o sono porque à noite a produção de lágrima é menor. Já as lentes vencidas sofrem deformações.  Por isso, nos dois casos a chance de contaminação e ulceração da córnea é 10 vezes maior.

Alternativa cirúrgica

Queiroz Neto afirma que para muitas pessoas usar óculos ou lente de contato é um verdadeiro inconveniente. Isso porque, pode atrapalhar a carreira de quem exerce atividades em que a aparência faz a diferença.  Para profissionais como militares, bombeiros, esportistas entre outros, a correção visual pode significar um perigo. Por isso, ele diz que para muitos grupos a melhor opção é a cirurgia refrativa que molda a córnea e elimina a necessidade de usar lente ou óculos na maioria dos casos. Independente da profissão, o médico destaca que mais da metade dos brasileiros  que não enxergam bem, 60%, preferem estar longe dos óculos. Se este é o seu caso consulte um oftalmologista para checar qual a melhor alternativa. (Com o Pravda Ru)


Inscrições abertas para o Prêmio Abdias Nascimento


                                                

 Seguem abertas até 31 de julho as inscrições para o Prêmio de Jornalismo Abdias Nascimento. A disputa, que busca incentivar a produção de reportagens que estimulem a igualdade racial, chega a sua terceira edição e vai distribuir R$ 35 mil aos vencedores das sete categorias (Impresso, Televisão, Rádio, Internet, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia e Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros).

Neste ano, as inscrições serão feitas totalmente online, pelo site do Prêmio. O regulamento e sugestões de tema para reportagens também estão disponíveis no www.premioabdiasnascimento.org.br.

“Com a terceira edição do Prêmio esperamos incentivar a pluralidade na imprensa brasileira por meio de matérias jornalísticas que contribuam para o combate ao racismo na sociedade”, destaca Sandra Martins, jornalista e coordenadora do Prêmio.

O lançamento do concurso ocorreu no dia 7 de maio, no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio, com um debate sobre a cobertura de políticas de ações afirmativas pela imprensa nacional (foto).

“Na revista Veja, por exemplo, 77% dos textos são contrários às ações afirmativas raciais (como as cotas)”, destaca o professor João Feres Júnior, coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ação Afirmativa da Uerj. Ele coordenou pesquisa sobre conteúdo publicado a partir de 2001, na revista Veja e nos jornais O Globo e Folha de S. Paulo.

A jornalista Luciana Barreto, da TV Brasil, vencedora do Prêmio Abdias em 2012 na categoria Televisão com o trabalho Negros no Brasil – Brilho e Invisibilidade, lembrou do racismo nas redações, na definição de pautas e na contratação de profissionais.

“Fazer jornalismo hoje e pensar na questão do negro é lutar contra todas as forças contrárias. É escutar: 'Você não vai alisar o seu cabelo?'”, destaca Luciana.

O cineasta Joel Zito Araújo também participou do debate da terceira edição do Prêmio Abdias. Ele lança, em maio, o filme Raça, com a história de personagens negros brasileiros.
Para Bruno Cruz, diretor do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio que participou da mesa de abertura do evento, a falta de profissionais negros nas redações e de reportagens relativas à temática racial no País é uma consequência do racismo: “A ausência de pautas sobre o combate à discriminação no Brasil é mais um crime contra os negros.”

O Prêmio de Jornalismo Abdias Nascimento, realizado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Rio (Cojira-Rio), conta com apoio das Cojiras de Alagoas, do Distrito Federal, de São Paulo e da Paraíba, além do Núcleo de Jornalistas Afro-Brasileiros e da Diretoria de Relações de Gênero e Promoção da Igualdade Racial dos Sindicatos do Rio Grande do Sul e da Bahia. As entidades integram a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Étnico-racial (Conajira), da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ).

O Prêmio tem o patrocínio da Fundação Ford e da Oi. E conta com o apoio da Fundação W. K. Kellogg e da Fundação Palmares e do Fundo Baobá. (Com a FENAJ)

Anita Prestes em lançamento da revista Novos Temas


                                         

 Hoje o campus da Unesp de Marília recebe a historiadora Anita Prestes em debate sobre seu livro "Luiz Carlos Prestes: o combate por um partido revolucionário (1958-1990)". Ao lado de Anita, comporão a mesa de debates os integrantes do Comitê central do PCB Milton Pinheiro e Antonio Carlos Mazzeo, com mediação de Anderson Deo. Durante o evento, será lançada a oitava edição da Revista Novos Temas , organizada pelo Instituto Caio Prado Jr.
Data: 21/05/2013
Local: Anfiteatro I - FFC/UNESP
Horário: 19h30

Demissões na Rede Minas são arbitrárias e injustificadas. É o que afirma a Oposição Sindical do SJPMG


                                                     

A Oposição Sindical dos Jornalistas de Minas (OSJM) manifesta sua solidariedade aos 50 trabalhadores da notícia demitidos sumariamente pela Rede Minas de Televisão, empresa de comunicação gerida pelo Governo de Minas, sob a alegação de corte custos do Estado. 

Diariamente, empresas de todo o país têm demitido jornalistas sob o pretexto de ajustes nas contas, mesmo mantendo altas taxas de lucro, impulsionadas sobretudo pelos grandes eventos, especialmente a Copa do Mundo. E sem dúvida esse quadro geral de demissões tem um único objetivo: ampliar as taxas de lucro a custo da redução do quadro de trabalhadores das empresas.

A Rede Minas mantinha um quadro de 400 funcionários não-concursados, dos quais 12% foram demitidos.  A emissora também alega que o Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) exigem a realização de concursos para a ocupação de vagas no serviço público mineiro.

Essa justificativa para as demissões sumárias também não passa de uma balela, pois já está em curso na Assembleia Legislativa de Minas Gerais o projeto de Lei N° 3.252/2012 que cria as carreiras de Analista de TV e de Técnico de TV (Mais uma forma de precarização? Por que as carreiras não são de jornalista?) para atender as exigências do MPT e MPMG.

Para fazer frente ao avanço da precarização da profissão de jornalista, demissões, achatamento salarial, assédio moral, entre outros, a Oposição Sindical defende a Estabilidade para a categoria, como um instrumento de garantia de meios de vida dignos para os trabalhadores da notícia, e como condição para o exercício crítico da nossa profissão.